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terça-feira

O meu Pai conhece-me!



Um menino, cujo pai era mineiro, esperava pacientemente que o elevador subisse carregando os homens que saíam do trabalho.
Um inspetor que observava o garoto, perguntou:


- O que faz aqui, menino?

– Espero o meu pai!


- Mas será que vais conseguir reconhecer o teu pai no meio de tantos homens com o mesmo capacete e o rosto cheio de pó de carvão? - É melhor voltares para casa.

– Não tem problema; o meu pai conhece-me!...

Que boa resposta! O menino estava consciente de que seria difícil reconhecer o pai, porém também sabia que era impossível o pai não o reconhecer...
Desconheço autoria

Tomar posição!

 


Esta história ocorreu numa universidade.
Havia um professor que se dizia profundamente ateu.
Os seus alunos sempre tiveram medo de discutir o assunto porque no princípio de cada semestre 'provava que Deus não podia existir'. Pedia que quem acreditasse em Deus se levantasse. Em 20 anos nunca ninguém se atreveu pois acrescentava:
- Quem acredita em Deus é um louco. Se ele existisse faria com que este giz, ao cair no chão não se parta. Seria uma prova que ele é Deus.
E atirava o giz que se fragmentava. Os estudantes olhavam apenas e ninguém se pronunciava.
Há um ano atrás alguém aguardava este momento.
- Se há alguém que ainda acredita em Deus, que se ponha de pé!
Um rapaz, decidido, levantou-se no meio do salão.
- Ah tonto! Se Deus existisse, provaria evitando que este giz se parta ao cair no chão...
Inadvertidamente o giz escapuliu-se entre os dedos deslizando pela roupa até parar intacto no chão. O professor, estupefacto, saiu a correr e não mais voltou. E toda a plateia deu uma salva de palmas para o colega.
Às vezes a única coisa que precisamos de fazer é pormo-nos de pé.
Diante de Jesus ninguém pode ficar indiferente. Até os demónios tomavam uma posição e os fariseus se declaravam. Não basta acreditar pois, até os demónios acreditavam. É preciso pôr-se de pé.
Desconheço o autor

Não te esqueças do principal!

Talvez já conheçam esta história, 
mas nos tempos que correm, 
PARAR um pouco e REFLECTIR 
não faz mal a ninguém...

Uma lenda muito antiga conta que uma mulher pobre passava à frente de uma caverna com o seu filho pequeno ao colo, quando ouviu uma voz misteriosa vinda do interior da caverna. Parou para ouvir o que ela dizia:
- Entra e apanha tudo o que desejares, mas não te esqueças do principal. Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre. Portanto aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal…
A mulher entrou na caverna e encontrou um grande tesouro. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar ansiosamente tudo o que podia no seu avental. Não sabia sequer por onde começar com tanta riqueza que via à sua frente.
A voz misteriosa falou novamente:
- Só tens dez minutos, não te esqueças do principal.
Esgotado o tempo, a mulher, tão carregada de ouro e pedras preciosas que mal conseguia andar, dirigiu-se para fora da caverna e a porta fechou-se…
Só neste momento se lembrou do principal. A criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre! A riqueza durou pouco e o desespero, sempre.


(desconheço o autor)

sexta-feira

É necessário dar tempo ao tempo

Era uma vez um camponês chinês, muito pobre mas sábio, que trabalhava a terra duramente com o seu filho. Um dia o filho disse-lhe: “Pai, que desgraça, o nosso cavalo fugiu.”
Porque lhe chamas desgraça? Respondeu o pai. Veremos o que nos traz o tempo.
Passados alguns dias o cavalo regressou acompanhado de uma linda égua selvagem. Pai, que sorte. Exclamou o rapaz. O nosso cavalo trouxe outro cavalo. Porque lhe chamas sorte? Respondeu o pai. Veremos o que nos traz o tempo.”
Uns dias depois o rapaz quis montar o cavalo novo mas este, não acostumado à sela, encabritou-se e deitou-o ao chão.
Na queda, o rapaz partiu uma perna. Pai, que desgraça, parti a perna. O pai, retomando a sua experiência e sabedoria, disse: Porque lhe chamas desgraça? Veremos o que nos traz o tempo.
O rapaz não se convencia da filosofia do pai. Poucos dias depois passaram pela aldeia os enviados do rei à procura de jovens para levar para a guerra. Foram a casa do ancião, viram o jovem debilitado e deixaram-no, seguindo o seu caminho.
O jovem compreendeu então que nunca se deve dar nem a desgraça nem a fortuna como absolutas mas que, para se saber se algo é mau ou bom, á necessário dar tempo ao tempo.
Desconheço o autor
A moral deste conto Chinês: A vida dá tantas voltas e é tão paradoxal no seu decorrer que tanto o mau pode vir a ser bom, como o bom pode vir a ser mau.
Assim, esperemos o dia de amanhã com Alegria e vivamos o dia de hoje em Plenitude

quinta-feira

Tudo o que Deus faz é perfeito

Era uma vez...

UM REI que não acreditava na bondade de DEUS,
tinha um servo que em todas as situações lhe dizia:
“Meu rei, não desanime porque tudo o que Deus faz é perfeito, Ele não erra!”
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei.
O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse:
- Deus é bom?! Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.
O servo apenas respondeu:
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom;
e ele sabe o porquê de todas as coisas.
O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!

Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.
Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no, pois ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.
Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afectuosamente:
- Meu caro, Deus foi realmente bom comigo!
Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo!
Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?
- Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em
seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se:
tudo o que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!
Muitas vezes queixamo-nos da vida e das coisas aparentemente más que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Todas as manhãs, oferece o teu dia ao Senhor Jesus e pede para Deus inspirar os teus pensamentos, guiar os teus actos, apaziguar os teus sentimentos e nada temas, pois DEUS NUNCA ERRA!
(desconheço autor)

Sejamos perseverantes


Um rio ficou muito satisfeito quando reparou que as suas água aumentavam de caudal,
alagavam as terras e ajudavam a produzir as plantações.
Julgava-se o senhor poderoso.
Um dia, porém, a enchente diminuiu e a natureza ordenou ao rio que regressasse ao seu caudal normal.
Uma parte do coração do rio aceitou esta situação. A água continuou a sua caminhada feliz, até ao mar.
Outra parte, descontente ficou parada e transformou-se numa lagoa.
A água não foi renovada e acabou por se enterrar na areia e desapareceu por infiltração e evaporação.
Quando a água deu os últimos sinais de vida, sobre a terra só havia lodo e podridão.
Saibamos ser como a água que, sem desfalecer, foi até ao mar onde encontrou nova vida em fraternidade com outras águas que a animaram a seguir em frente e a não viver só para si.
A água do lago não é mais que uma comparação com os que se acomodam e não encontram saída por outros atalhos.
Parar é morrer...
(Desconheço autor)

Porque gritamos?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos: "Porque é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?" "Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles. "Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?" Questionou novamente o pensador. "Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", disse outro discípulo. E o mestre volta a perguntar: "Então não é possível falar-lhe em voz baixa?" Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu: "Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?" O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para se ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas." Por fim, o pensador conclui, disse: "Quando vocês discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Mahatma Gandhi

O sentido da vida


Um grande filósofo reflectia, dia a pós dia, acerca do sentido da vida.
Tinha dedicado os melhores anos da sua vida à solução deste enigma.
Tinha consultado os melhores sábios da humanidade.
Tinha a sua biblioteca cheia de livros.
Mas os anos iam passando e não encontrava resposta à sua questão.
Uma tarde, no jardim, reparou que a sua filha, de cinco anos,
estava tranquilamente a brincar. Aproximou-se dela e perguntou-lhe:
- Catarina, porque é que estás neste mundo?
A menina olhou para ele, abraçou-o e respondeu imediatamente:
- Para te amar, pai, para te amar.
Conta-se que o filósofo ficou tão surpreendido que deixou cair ao chão o livro que tinha nas mãos.
Afinal que sentido tem a nossa vida? A resposta pode vir da boca de uma simples criança. Deus criou-nos para a excelência e para vivermos o maior e mais belo mandamento do Amor.

O mendigo!

Era uma vez um mendigo que estava sentado na rua a pedir esmola. Inesperadamente viu o rei a aproximar-se, vestido com a sua capa e com uma coroa na cabeça. O mendigo pensou consigo: «Vou pedir lhe esmola e ele certamente me irá dar o suficiente para viver pelo menos durante um mês». Quando o rei passou diante dele, disse-lhe: -Majestade não podia dar-me uma esmola? O rei fixou-o e disse-lhe: -Porque não és tu a dar-me algo? Porventura não sou eu o teu rei? O mendigo não sabia que responder e disse: -Mas, Majestade, eu sou pobre e não tenho nada! O rei respondeu: Deves ter alguma coisa. Procura! O mendigo buscou e encontrou uma laranja, um pão e uns grãos de arroz. Pensou que devia ficar com a laranja e o pão. Por isso pegou em apenas cinco grãos de arroz e deu-lhos. O rei disse: - Vês como tinhas alguma coisa para dar? E o rei deu-lhe então cinco moedas de ouro, uma por cada grão de arroz. O mendigo feliz disse: Majestade, julgo que tenho outras coisas… Mas os rei respondeu imediatamente: Só te posso recompensar por aquilo que deste de coração ao teu rei.
- Por vezes somos como este mendigo.
Só oferece-mos aquilo que já não nos faz falta
e não entregamos aquilo que realmente precisamos
e sobretudo aquilo que somos.
Vamos pedir ao Senhor para que nos ajude
a cultivar este espírito de entrega total.